“Artesanato de Olhos D’Água enriquece a cultura de Goiás”, diz Marcos Abrão

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Em visita a Alexânia, no último sábado, 5, o deputado federal Marcos Abrão (PPS) conheceu um pouco mais do trabalho desenvolvido pelos artesãos do Distrito de Olhos D’Água. Acompanhado pelo prefeito de Alexânia, Allysson Lima, do presidente do PPS, vereador Professor Dorivaldo, e de amigos e lideranças políticas do município, o parlamentar visitou o ateliê de três importantes artistas locais: Fatinha Bastos, Hilda Freire e Sebastião Lourenço.

“Fico muito feliz de ver a riqueza do artesanato produzido pelos artistas de Olhos D’Água. Já tinha visto matérias na TV sobre artesãos daqui, mas ainda não tinha visto de perto o trabalho que desenvolvem. Conversei com eles e quero poder ajudá-los a divulgar ainda mais a arte produzida aqui para todo o Brasil”, ressaltou Marcos Abrão.

No ateliê da Fatinha, o deputado conheceu as peças feitas, pela artista, com palha de milho e folhas de bananeira. No ateliê da Hilda Freire, ele pôde ver as esculturas feitas pela artesã em argila, e se impressionou com as peças esculpidas em homenagem à pintora mexicana Frida Kahlo. E, no ateliê do Lourenço, Marcos Abrão conheceu o trabalho desenvolvido pelo artista em cerâmica e argila, e conversou sobre a história do artesão, que trocou a vida agitada de Brasília pela tranquilidade do Distrito de Alexânia.

“Essa visita a Olhos D’Água mostra o quanto nossa cultura é rica. Aqui, tive a oportunidade de conhecer três artistas muito talentosos. Cada um faz um tipo de artesanato diferente, e os três conquistaram minha admiração”, destacou o parlamentar. “Quero voltar mais vezes, conhecer um pouco mais da história desse lugar e das pessoas que vivem aqui. Esses artesãos enriquecem a cultura do nosso estado com seu talento. Além disso, quero visitar a tradicional Feira do Troca, que é realizada todos os anos e atrai gente de todo lugar”, finalizou.

Encontro do PPS reúne lideranças em Alexânia

Marcos Abrão, presidente da sigla em Goiás

Com o objetivo de discutir diretrizes e fortalecer o PPS para o pleito de 2018, lideranças do partido promoveram uma reunião, realizada neste sábado, 5, em Alexânia, com a presença do presidente da legenda em Goiás, deputado federal Marcos Abrão, e de lideranças das cidades de Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Anápolis, Cocalzinho, Valparaíso, Cidade Ocidental, Alexânia e do distrito de Olhos D’Água.

Durante o encontro, Marcos Abrão elogiou a postura do PPS nacional, que dá autonomia aos deputados da legenda em Brasília e ressaltou que, em Goiás, essa realidade não é diferente. “Eu quero que o PPS cresça. Trabalho para isso, e, por isso, dou espaço para nossas lideranças. Não tenho vocação para ser dono de partido, e nem quero”, destacou.

Como exemplo da autonomia que tem no partido, Marcos Abrão citou seu voto pelo prosseguimento da investigação do presidente Michel Temer. “O PPS nos deu liberdade para escolher o caminho e votei de acordo com minha consciência. Estou sempre em contato direto com a população e não poderia decepcionar as mais de 90 mil pessoas que me deram um voto de confiança. Não aceito ser tutelado, não abro mão da minha independência. Escolhi o PPS para me filiar e sinto que fiz a escolha certa”, afirmou o deputado.

Em sua fala, Marcos Abrão defendeu que o partido precisa lançar candidatos a deputado federal e estadual para se fortalecer no Estado. Atualmente, ele é o único deputado federal eleito pela legenda em Goiás, que conta também com o deputado estadual Virmondes Cruvinel na Assembleia Legislativa. “O PPS não é satélite de nenhum outro partido e a melhor forma de mostrar isso e de nos fortalecer é lançando candidatos nas eleições do ano que vem”, ressaltou.

Prefeito de Alexânia e um dos organizadores do encontro, Allysson Lima, elogiou a postura do deputado na Câmara Federal e destacou que o partido tem o compromisso de trabalhar para crescer em 2018. “Tenho muito orgulho da atuação do deputado Marcos Abrão, nos sentimos representados por ele e temos o compromisso de reelegê-lo em 2018 e de aumentar nossa bancada”, ressaltou o prefeito do PPS.

Representando as mulheres do partido, a professora Lúcia Caetano, de Planaltina, destacou a importância das mulheres no cenário político atual, onde elas correspondem a maioria do eleitorado brasileiro. “As mulheres não podem ser cota. Estamos conquistando a cada dia o nosso espaço, porque temos competência e capacidade e precisamos ser ouvidas e respeitadas. Espero que o PPS tenha sempre essa visão de dar voz a nós mulheres”, frisou a professora.

Coordenadora Estadual da Juventude do PPS (JPS), Thairiny Guimarães, discursou em nome da juventude e ressaltou a importância que o partido dá às jovens lideranças, que representam o futuro da sigla. “Admiro o PPS pela abertura e independência que dá à juventude. Nosso intuito é a formação política dos jovens, para que não fiquem apenas nas críticas pelas redes sociais e façam a diferença real na política, começando pelo seu município, sendo candidatos a vereadores, vice ou prefeitos, e até mesmo serem líderes de bairro, presidentes de classe, enfim, para que participem ativamente da política. Somente assim, com jovens politizados, iremos construir um novo país”, defende Thairiny.

Durante o encontro, além das discussões partidárias, foi realizada a filiação de novos membros de todos os municípios que participaram do evento.

“Congresso deve priorizar Reforma Política”, defende Marcos Abrão

Foto Marcos Abrão - Sergio Willian

O deputado federal Marcos Abrão (PPS) voltou a defender que o Congresso Nacional deve priorizar a Reforma Política em detrimento da Reforma da Previdência proposta pelo governo federal. Em entrevista à Rádio 730, nesta segunda-feira, 7, o parlamentar afirmou que, “todo o sistema político brasileiro precisa ser reformado, essa reforma é uma necessidade urgente e é essa a reforma que a sociedade quer”.

Segundo Marcos Abrão, o Congresso Nacional tem prazo até o final de setembro para fazer a Reforma Política, se tiver vontade, mesmo que seja uma reforma parcial. “É preciso mudar as regras para melhorar o sistema. Para isso, defendo que a gente defina uma regra de transição porque não podemos mudar esse jogo no meio dele. Os partidos precisam se preparar para a mudança e a democracia é assim, precisa ir mudando e se adequando de acordo com a nossa realidade”.

Marcos Abrão defende o voto distrital misto que, segundo ele, é uma forma de garantir a representatividade das minorias na proporcionalidade e no distrito. “Hoje, fazer campanha política em mais de duzentos municípios é inviável. Goiás tem 246 cidades, mas nenhum deputado federal tem representatividade em todas elas”, destaca o parlamentar que defende também o financiamento público de campanha.

“Precisamos baixar o custo das eleições. As campanhas políticas precisam se voltar às pessoas que querem fazer política por vocação e não para quem quer fazer negócio”, enfatizou o parlamentar.

Durante a entrevista, o deputado foi questionado também sobre o voto que deu pelo prosseguimento das investigações do presidente Michel Temer. Em resposta, ele afirmou que votou como mandou sua consciência. “Votei em nome da transparência, em nome de um país melhor, tendo em vista o que a sociedade espera hoje de uma pessoa que tem mandato. E deve ficar claro que votamos autorizando uma investigação. Não estamos condenando ninguém”, frisou Marcos Abrão.

Marcos Abrão quer reduzir burocracia na legalização de assentamentos

Deputado se reúne com titulares da PGE e da Casa Civil

Em reunião com o Procurador-Geral do Estado, Alexandre Tocantins, e o Secretário de Estado da Casa Civil, José Carlos Siqueira, o deputado federal Marcos Abrão (PPS) discutiu alternativas para tornar menos burocráticos os processos de regularização fundiária no estado.

Referência em assuntos de Habitação, o parlamentar afirma que “com medidas simples, como a alteração do trecho da lei que trata da publicidade dos processos, podemos tornar a regularização mais rápida, menos dispendiosa para o estado e mais eficiente”, afirmou Marcos Abrão durante a conversa na tarde desta quinta-feira.

Atualmente, os editais dos processos de regularização precisam ser publicados no Diário Oficial do Estado e em jornal de grande circulação, para que seja atestado que o público está informado do trâmite. “Nós temos outras maneiras, como a realização de uma audiência pública, por exemplo, para que a população seja informada do que está acontecendo sem precisar de pagar por essas publicações”, pontuou o deputado.

“Ter condições de comprovar a propriedade do seu imóvel é tão importante quanto o direito à moradia, nós precisamos dar mais tranquilidade para as milhares de famílias goianas que esperam a regularização do local onde moram”, disse.

“O Brasil será melhor depois da Lava Jato”

Entrevista DM

O deputado federal Marcos Abrão (PPS-GO) concedeu entrevista ao jornal Diário da Manhã nesta semana, confira abaixo a íntegra da publicação:

 

Pelo que o senhor sente na Câmara Federal, Michel Temer fecha esse ano na presidência da República ou não?

Eu acredito que a votação da denúncia na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados já nos aponta os rumos da tramitação dessa matéria na casa, do que acontecerá no plenário. Acho difícil reunir dois terços dos deputados para encerrar o mandato do presidente Temer.

 

O senhor acha que ele cometeu erros graves e que deve pagar com o mandato?

Estamos falando do afastamento de um presidente da República, é algo grave e que precisa ser minunciosamente observado, averiguado. E é preciso pensar também na estabilidade econômica e política do país, para que a gente não agrave a situação de crise que os brasileiros estão enfrentando. São mais de 14 milhões de desempregados no Brasil hoje. Nós precisamos pensar em todos esses fatores.

 

São dois presidentes caindo em 2 anos. Na visão do senhor isso ensina algo para o povo brasileiro?

Nós vivemos hoje uma crise moral. As pessoas que utilizam recursos públicos para cometer atos ilícitos precisam fazer uma reflexão. O país de 2014 não é o país que vamos encontrar em 2018. A sociedade não tolera mais a corrupção e a classe política hoje enfrenta um descrédito muito grande. Mas, eu acredito que isso será positivo no sentido de que mostra para as pessoas a importância do voto, a importância de escolher seus representantes, de conhecer o trabalho das pessoas a quem se está conferindo um mandato. E será positivo também porque esse cenário incentiva as pessoas de bem a participarem da política, a serem gestores públicos, a darem a sua contribuição para tornar nossa sociedade melhor. As pessoas que participam das atividades políticas precisam estar ali para servir, para se doar ao outro, e não para ser servido, para se servir do poder público.

 

O senhor acredita que a Operação Lava Jato corre o risco de ser extinta?

Não, pelo contrário. Apesar de todo esse cenário de crise que estamos discutindo, as instituições brasileiras estão funcionando perfeitamente e demonstrando sua força, demonstrando o resultado da indignação da sociedade. Eu acredito que a Lava Jato será um marco na política e na história brasileira.

A sensação que nós temos é de que a corrupção nunca acaba. Como é que o senhor quantifica isso em prejuízos para o país?

A corrupção causa o pior mal que pode atingir a nossa população que é o cerceamento de futuro. Quando você se depara com esse tipo de atitude, estamos vendo recursos que poderiam ser investidos em educação, saúde, segurança, cultura sendo escoados de forma ilícita para particulares. Isso é muito triste, porque deixa mais precário o presente da nossa sociedade e nos impede de construir um futuro mais digno.

 

Que país o senhor acredita que teremos após essa crise política?

Não é qualquer país que consegue caminhar após a retirada de um presidente, após a derrubada de um presidente da Câmara dos Deputados e tendo a possibilidade de queda de outro presidente da República. Isso mostra a solidez das nossas instituições, do estado democrático de direito que construímos. Eu acredito que, após essa crise, nós teremos uma classe política alertada sobre a forma como deve desempenhar suas funções, a intolerância em relação a qualquer tipo de atos de corrupção e a sociedade mais preocupada com a política, mais consciente na hora de votar. Teremos um país melhor e mais maduro para lidar com a democracia.

 

O Brasil chegará ao ponto de reformar o sistema político, como tem acontecido hoje na França?

A reforma política é urgente no Brasil. Não tem condições uma campanha política custar o que custou em 2014. Só agora estamos vendo de onde esses recursos foram retirados e o quanto isso sai caro para a população brasileira. A reforma política é a reforma mais urgente e mais necessária para o país hoje, e eu acredito que com o clamor da população nesse sentido chegaremos sim ao ponto de reformar o sistema.

 

Já foi possível realizar a entrega de alguma emenda que é parte do orçamento impositivo da Câmara dos Deputados?

Eu já tive condições de entregar emendas em mais de 30 municípios, levando benefícios para a população de todas as regiões do estado. Entreguei máquinas, tratores, consegui reformar hospitais, escolas, levar recursos para os municípios que eu tenho representação e mesmo as cidades das quais não sou representante. Tenho utilizado essas emendas para ajudar as prefeituras e principalmente respaldar a população, que foi quem me deu a oportunidade de ter um mandato na Câmara Federal.

 

O senhor tem trabalhado muito pela área da Habitação. Como tem sido esse trabalho na Câmara Federal?

Eu fui presidente da Agência Goiana de Habitação e criei o Cheque Mais Moradia, que é o maior programa habitacional da história de Goiás, além do Casa Legal, que já regularizou e entregou gratuitamente mais de 17 mil escrituras no estado. Durante a realização desses trabalhos eu sempre esbarrei na questão legal, em empecilhos e pontos de desatualização na legislação, em situações em que eu precisava do acesso à Câmara Federal. Agora, recentemente, eu tive a oportunidade de alterar a lei de regularização fundiária, para permitir a entrega de mais escrituras e de contribuir com a aprovação da medida provisória 759, que no artigo 80 ordena a retomada de milhares de construções do Minha Casa Minha Vida Sub-50, que estavam paralisadas. São diversas as situações em que é preciso mudanças na legislação e que exigem a presença na Câmara Federal para lutar pelo direito à moradia e pelas demandas de Habitação do estado de Goiás.

 

O senhor tem acompanhado algumas caravanas do Goiás na Frente, enquanto a senadora Lúcia Vânia tem faltado. O que está acontecendo?

Eu tenho ido sempre que me convidam. Sempre vou aos municípios que eu represento. A questão da senadora acredito que seja em função de agenda. Afinal, nós ajudamos a construir esse governo que está aí. Esse governo não foi construído por uma pessoa, mas dentro de um conjunto de forças políticas do qual sempre fizemos parte no Estado de Goiás.

 

Quando se fala em construção de casas para quem precisa, Marcos Abrão foi quem deu essa arrancada e construiu casas em todo o Estado de Goiás.

Eu tive a oportunidade de desenvolver um bom trabalho na presidência da Agehab, e tenho tido a oportunidade de ajudar o governo do Estado de Goiás em todas as demandas de habitação em Brasília. Em várias situações em que o governo e os municípios goianos precisam de uma voz na Câmara Federal na área de Habitação eu estou sempre à disposição.

 

A oposição tem dito que o Goiás na Frente é um programa eleitoreiro. Qual a opinião do senhor sobre o programa?

A iniciativa é muito boa, vai amenizar a situação de dificuldade dos nossos municípios, e é importante a gente frisar que são impostos que estão sendo devolvidos para a população. Ninguém está fazendo favor para ninguém, precisamos acompanhar todas as ações para que esses recursos alcancem realmente as pessoas, em forma de melhoria, de benefícios, de obras. Mas eu não acredito que seja um programa eleitoreiro, a nossa sociedade hoje é politizada e sabe distinguir uma iniciativa de governo, como é o Goiás na Frente, de programas eleitoreiros. Até 2018, a população terá tempo de avaliar o programa e julgar. É a sociedade quem vai julgar no ano que vem se o deputado tem sido um bom deputado, se o governador tem sido um bom governador, se o senador tem sido um bom senador e teremos a oportunidade de manter ou de mudar, de decidir o rumo que queremos tomar. Eu acredito que os goianos têm condições de tomar essa decisão sem qualquer influência.

 

O governador está falando que vai construir 30 mil casas em Goiás até o fim do ano que vem. O senhor que começou esse processo de construção de moradias de interesse social no estado acha que isso é possível?

É possível desde que a Agehab tenha autonomia para trabalhar. Precisamos deixar muito claro que o trabalho de construção de casas depende de vários órgãos públicos, de dezenas de documentos e a Agehab hoje presta um serviço de excelência no estado e no Brasil. Agora, precisa ficar muito claro que se politizarem a gestão na Agehab, dificilmente essas casas serão construídas.

 

Como está a situação do Cartão Reforma, que o governo federal copiou do Cheque Mais Moradia?

O Cartão Reforma é um programa ainda em fase de implementação pelo Governo Federal em alguns municípios que serão pilotos e eu espero que rapidamente nós possamos trazer esse benefício para o estado de Goiás, tendo em vista que ele surgiu aqui.

 

Os números da economia estão melhorando. Isso significa que o país vai sair da recessão?

Eu acredito na recuperação da economia brasileira e acredito principalmente na força de trabalho do brasileiro. Nós já superamos crises muito mais graves e vamos superar essas dificuldades.

 

Com toda essa turbulência, o senhor acredita que ainda há espaço para discutir a Reforma da Previdência?

Eu tenho a impressão de que dificilmente conseguiremos votar a Reforma da Previdência ainda nesse mandato. E eu defendo que ela não seja votada agora. Ela deveria ser discutida no início de 2019, na próxima legislatura, para que seja mais legítima e tenha maior participação da população. A economia brasileira não vai quebrar até lá por causa da previdência e, para se fazer reformas profundas como essa, é preciso legitimidade, é preciso que o governo tenha o respaldo da sociedade.

 

Como o PPS está se articulando para a disputa de 2018?

O PPS é um partido presente em mais de 200 municípios goianos. Além dos prefeitos e vereadores, nós temos um deputado estadual, que é o deputado Virmondes Cruvinel, temos o meu mandato como deputado federal e eu espero que em 2018 nós possamos expandir os quadros do partido, mas aumentar principalmente a qualidade do debate. Não adianta ter um partido com muitos parlamentares se esses parlamentares não têm conteúdo. E eu queria aproveitar a oportunidade aqui para convidar a sociedade a discutir política. Nós precisamos fazer isso porque a política tem influência direta na vida das pessoas e o momento de se discutir é agora, no ambiente partidário. Nós temos o objetivo de construir um partido que seja plural, representativo e próximo da população. Eu não sou dono do partido. Ainda não é o momento de afunilar nomes para 2018 e nós ficaremos do lado da sociedade, depois desse momento de diálogo.

 

Que passos o senhor acha que serão necessários para consolidar um nome para governador e para os demais cargos majoritários da chapa?

Eu acho que nós temos que discutir um projeto e não pessoas. O projeto que nós temos hoje no governo do estado não foi construído por uma pessoa sozinha, mas por muitas mãos. As vagas devem ficar com os melhores pré-candidatos, com os mais preparados e que estejam mais conectados com população. Os nomes não podem ser retirados simplesmente da vontade de alguns dirigentes.

 

O que senhor pensa a respeito de Segurança Pública?

Eu gostaria de pontuar aqui que a Segurança Pública deve ser vista com uma amplitude maior do que aumento do efetivo policial. Segurança pública passa por questões sociais. Os maiores índices de violência estão nos locais com maior desigualdade social. O crime é mais presente onde há ausência da atuação do Estado. Não adianta você querer ter uma sociedade mais segura se você não tem condições de dar educação, cultura, lazer, esporte e oportunidade de trabalho para as pessoas. Nós precisamos ter condições de formar cidadãos e não bandidos.

 

O senhor está contente com o trabalho que vem sendo realizado na Agehab hoje?

A Agehab é uma casa técnica e precisa continuar a atuar de forma técnica. Não adianta pensar que será factível construir casas em todo o estado de Goiás se você não tiver um corpo técnico blindado. É uma prerrogativa do trabalho da Agehab. Eu tenho muito medo das tentativas de influência política porque isso desqualifica e desestimula as pessoas que estão ali para fazer um trabalho técnico. Eu deixei, entre construídas e contratadas, mais de 50 mil casas, devolvendo para a população os impostos que são pagos, justamente por trabalhar de forma técnica.

 

Há muitas pessoas que recebem casas populares e vendem os imóveis, de forma ilegal. Como o senhor vê isso?

Em todas as áreas da sociedade existem pessoas boas e ruins. Uma pessoa que recebe uma casa subsidiada, apesar de estarmos falando de recursos públicos, está retirando recursos de quem mais precisa. A pessoa que vende essa casa está cometendo um crime, o comércio desses imóveis é ilegal. E os vizinhos que tomarem conhecimento desse tipo de situação, que denunciem, para que essa casa seja retomada e destinada a quem realmente precisa. Porque se a pessoa vende a casa, é sinal de que ela não está precisando.

 

O número de desempregados hoje no Brasil chega a quase 14 milhões. Como estão sendo as discussões na Câmara em relação a esse problema?

O desemprego é fruto de uma política econômica desastrosa. Nós não podemos tirar a responsabilidade de quem gerou essa crise econômica. Nós precisamos buscar um caminho para sairmos dessa recessão. O Brasil precisa fazer algumas reformas, como foi feita a Reforma Trabalhista, para dar mais estabilidade econômica para que essas pessoas possam voltar para o mercado de trabalho.

 

O senhor está encontrando algum tipo de resistência por ser político nesse momento em que a classe política anda tão desacreditada?

Eu nunca tive dificuldade em me colocar como político ou como agente público. Eu venho de uma família que faz política séria há mais de 50 anos no estado de Goiás. E, na minha opinião, essa crise será boa para quem quer fazer política de forma correta. E, em 2018, nós teremos a oportunidade de renovar. A sociedade precisa saber escolher e não votar num candidato que só vai à sua cidade na véspera de eleição. A gente precisa ter agentes públicos conectados com a população. Esse é o desafio. Eu nunca tive vergonha de dizer que sou deputado federal. Apesar de todas as dificuldades que nós estamos passando, eu acredito que, na classe política, tem pessoas boas e pessoas que não fazem um bom trabalho, e tenho me esforçado para desenvolver um trabalho sério na Câmara Federal por Goiás e pelas pessoas do meu estado.

Marcos Abrão busca em Ministério recursos para comunidades quilombolas

Marcos Abrão e Domingas Gouveia

O deputado federal Marcos Abrão (PPS) participou nesta terça-feira, 25, de audiência no Ministério das Cidades, em Brasília, com a secretária nacional de Habitação, Maria Henriqueta Alves, a presidente da Associação Quilombola Borges, de Uruaçu, Domingas Gouveia, e a presidente da Associação Quilombola São Félix, de Minaçu, Dita Carvalho. Na pauta, o pedido para aprovação do projeto e viabilização dos recursos para a construção de casas nos dois municípios do Norte Goiano.

 

“Fiz questão de trazer a Domingas e a Dita aqui no Ministério pelo trabalho sério que elas fazem pelas comunidades que representam e pelo nosso Estado. Acabamos de entregar casas em Uruaçu e queremos levar moradia digna também para Minaçu e Niquelândia. Estamos trabalhando juntos para acabar com essa mazela e levar moradia para aqueles que mais precisam”, destacou Marcos Abrão.

 

Segundo Domingas Gouveia, Goiás tem o maior território quilombola do Brasil e as associações têm desenvolvido um trabalho social e na área da Habitação para corresponder às demandas dessa comunidade. “Viemos a Brasília com o deputado Marcos Abrão, que é nosso parceiro, em busca de cidadania. Desde o início ele acreditou em nós e sempre nos ajudou, inclusive com a construção das 150 casas do Residencial Quilombola Borges. Nossa comunidade quilombola tem conquistado destaque por desenvolver um projeto de habitação para devolver dignidade para o povo, e essa parceria com o deputado tem sido fundamental pra gente atingir esse objetivo”, enfatizou Domingas.

“Reforma política é uma necessidade urgente”, diz Marcos Abrão

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Em entrevista à Rádio Mil FM na manhã desta segunda-feira (10), o deputado federal Marcos Abrão (PPS-GO) defendeu a implantação de uma reforma no sistema político brasileiro. Segundo o parlamentar, “o país que temos hoje não é o mesmo de antigamente, a sociedade está mais consciente, mais politizada, mais exigente quanto aos seus representantes e não aceita mais ser confrontada com atos de corrupção. A reforma política é uma necessidade urgente no Brasil, e é a reforma que a população mais clama”, afirmou.

O deputado condenou a quantidade de dinheiro gasta em campanhas eleitorais. Para Marcos Abrão “é inadmissível que se faça política com os custos das campanhas que foram feitas em 2014, e que só agora estamos descobrindo de onde vinha o dinheiro. Nós precisamos ter nas atividades políticas pessoas que querem servir à população, e não pessoas que querem ser servidas”, disse.

O parlamentar argumentou que a cada eleição a sociedade tem a oportunidade de avaliar quem a representa. “Se nós temos maus políticos, em 2018 temos a oportunidade de renovar. Essa crise só nos mostra a importância de conhecermos a fundo o trabalho e a postura daqueles em quem estaremos confiando a tarefa de nos representar. A corrupção gera um cerceamento do futuro e esse é o pior mal para a sociedade, nós não podemos mais tolerar esse tipo de conduta”, pontuou Marcos Abrão.

Marcos Abrão é homenageado pelo Ministério da Defesa

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O deputado federal Marcos Abrão (PPS) recebeu do Ministro da Defesa, Raul Jungmann, a medalha da Ordem do Mérito da Defesa no Grau Grande Oficial. A honraria é concedida a parlamentares, autoridades civis e militares que se destacaram no exercício da profissão. Marcos Abrão foi o único parlamentar goiano homenageado na cerimônia realizada nesta terça-feira, 4, no Ministério da Defesa, em Brasília.

Reconhecido por sua atuação municipalista, pelo fortalecimento dos municípios goianos, Marcos Abrão tem desenvolvido um trabalho de destaque na Câmara dos Deputados. Na solenidade de condecoração, o parlamentar agradeceu ao Ministro Raul Jungmann pela homenagem.

“Quero agradecer o Ministério da Defesa, os comandos do Exército, da Aeronáutica e da Marinha que me escolheram para receber essa comenda. Tenho muito orgulho de representar o povo de Goiás nesta solenidade. Afinal, é para os goianos que eu trabalho na Câmara Federal, e ter meu trabalho reconhecido pelo Ministério da Defesa é uma grande honra”, ressaltou o parlamentar.

Segundo Raul Jungmann, “essa condecoração é um reconhecimento simbólico do serviço prestado ao Ministério da Defesa e ao País”. “Os homenageados foram escolhidos por serem excelentes profissionais e por contribuírem para a soberania e o desenvolvimento do Brasil com seu trabalho diário”, destacou o ministro.

 

A medalha

A medalha Ordem do Mérito da Defesa, criada em junho de 2002, por meio do Decreto nº 4.263, é concedida a civis e militares, brasileiros ou estrangeiros, que tiveram destaque no exercício da profissão.

Também às organizações militares e instituições civis que prestaram relevantes serviços ao MD e às Forças Armadas no desempenho de missões constitucionais.

Marcos Abrão apoia copa de futebol amador

Troféu recebeu o nome do parlamentar

O deputado federal Marcos Abrão (PPS) acompanhou, nesse final de semana, a grande final da Copa Metropolitana de Futebol Amador Master 2017, realizada no estádio Hailé Pinheiro, em Goiânia. Na ocasião, a equipe de Santa Bárbara de Goiás conquistou o título de campeão após vencer nos pênaltis a equipe do Goianirense, da cidade de Goianira.

A equipe vencedora levou para casa o troféu de ouro Marcos Abrão, que leva o nome do deputado que apoiou a competição. O Goianirense ficou com o troféu de prata, pela segunda colocação, e a equipe Vila Santa Helena conquistou o troféu de bronze.

Além das equipes vencedoras, foram premiados o atleta Rogério do Vila Santa Helena, com o título de artilheiro da competição; o goleiro menos vazado, Edvaldo do Santa Bárbara de Goiás; e o melhor técnico, Luís Antônio, também da equipe de Santa Bárbara.

De acordo com o deputado Marcos Abrão, é preciso incentivar ações como esta, promovida pela ONG Integra, presidida pelo Kenão do Esporte. “Investir em esporte é investir em saúde, lazer e entretenimento. Trabalhos como este desenvolvido pelo Kenão são muito importantes para motivar pessoas de todas as idades a participar de práticas esportivas. Iniciativas como esta contam sempre com meu apoio”, ressaltou o parlamentar.

A Copa Metropolitana de Futebol Amador Master 2017 contou também com o apoio da Loja Arena Sports, da Drogaria Aparecida, da Gráfica GRP e Real Bombas.

“Moradia digna é direito fundamental”, diz Marcos Abrão

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O deputado federal Marcos Abrão (PPS) participou nesta quarta-feira, 28, da solenidade de entrega de 637 unidades habitacionais pelo Governo Estadual à população de Uruaçu. Ex-presidente da Agência Goiana de Habitação (Agehab), o parlamentar foi responsável por iniciar grande parte das obras de construção dessas moradias durante sua gestão.

“Fiz questão de vir aqui para participar da entrega dessas casas, que começaram a ser construídas na época em que eu era presidente da Agehab, para ver o resultado desse trabalho e parabenizar as famílias beneficiadas. Fico muito feliz em saber que contribuí para a realização do sonho de tantas famílias. Moradia digna é um direito fundamental”, ressaltou Marcos Abrão.

Uruaçu conta hoje com uma das mais antigas comunidades quilombolas urbanas de Goiás, com 300 famílias representadas pela Associação Comunidade Quilombola Urbana João Borges Vieira, certificada pela Fundação Palmares. Graças a um convênio firmado com a Agehab, essa comunidade recebeu do governo o Residencial Quilombola Borges, composto por 150 moradias.

Durante a solenidade de entrega, que fez parte da caravana do Goiás na Frente, o Governo do Estado entregou oficialmente outras 446 casas, distribuídas em três residenciais e outras 41 unidades habitacionais no Setor Francisco Martins de Carvalho, construído através do programa federal Oferta Pública Sub-50/II, que atende municípios com menos de 50 mil habitantes.

“Tenho feito tudo o que está ao meu alcance para que o Ministério da Cidades retome o repasse de recursos para agilizar as obras do programa Sub-50, no estado. A entrega dessas casas em Uruaçu só reforça a importância do programa para a região Norte”, destacou Marcos Abrão.

O deputado participou de várias audiências com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, que coordena o Programa Oferta Pública Sub-50 e é o responsável por fazer a seleção das instituições financeiras e construtoras, para dar agilidade às obras no Estado. Durante as reuniões, o parlamentar apresentou ao ministro a situação de obras de construção de mais de 2 mil casas do programa federal em andamento em 68 municípios goianos.

“Durante minha gestão na Agehab, quando fizemos as mudanças no Cheque Moradia para juntar com recursos do Minha Casa Minha Vida, passamos a beneficiar mais famílias. Com a retomada do Sub-50, outras milhares serão beneficiadas. A garantia de moradia digna não é um favor, mas um direito de todos, fruto do imposto que a sociedade paga. É uma grande felicidade para mim saber que pude contribuir para que tantas famílias pudessem ter hoje o seu direito à casa própria assegurado”, ressaltou Marcos Abrão.