Eleitos os 1° e 2° vice-presidentes da Cindra

11 de maio de 2016

Arnaldo Jordy e Alan Rick completam a direção do colegiado, presidido por Marcos Abrão

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra) da Câmara dos Deputados elegeu, nesta quarta-feira (11/5), os 1º e 2º vice-presidentes. Arnaldo Jordy (PPS-PA) será o 1º vice-presidente e Alan Rick (PRB-AC), o 2º vice-presidente da Comissão, presidida por Marcos Abrão (PPS-GO). A chapa foi eleita com 10 votos favoráveis e um voto em branco.

Arnaldo Jordy agradeceu os votos de confiança dos parlamentares e disse que os desafios da Cindra são grandes: ajustar o modelo federativo e diminuir as desigualdades e os desequilíbrios regionais. “A Amazônia representa a maior biodiversidade do planeta e continua sendo vista como mero almoxarifado do desenvolvimento alheio. É apenas uma região que fornece insumos para agregar valor ao desenvolvimento das cadeias produtivas de outros lugares”, criticou o pepessista. “Nós queremos ser incluídos também como beneficiários dessa contribuição. Não aceitamos mais a condição única de fornecedor”, ponderou o agora 1º vice-presidente da Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia.

Para Alan Rick, é uma honra representar o Acre e o povo da Amazônia na Comissão. De acordo com o 2º vice-presidente da Comissão, serão defendidos, no colegiado, os interesses em prol da diminuição das disparidades entre as regiões. “É uma cláusula pétrea da Constituição brasileira a redução das desigualdades regionais. Nesta Comissão, precisamos debater, com exaustão, esses temas e buscar a solução de problemas que nos afligem, desde os de logística, transporte, econômicos e garantias sociais”, exemplificou.

Fotos Robson Gonçalves (2)

(Foto: Robson Gonçalves)

O presidente Marcos Abrão afirmou que as responsabilidades da Cindra serão compartilhadas pelo colegiado, colocando-se à disposição para o debate conjunto com os membros. “Integração nacional passa muito pelo desenvolvimento igualitário pelas regiões do nosso Brasil. As desigualdades regionais, que ocorrem, inclusive, dentro dos próprios estados, precisam ser vistas a partir da perspectiva das particularidades e peculiaridades de cada lugar”, enfatizou.