Marcos Abrão agora é membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável

22 de outubro de 2015

Marcos Abrão agora é membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (3)

Goiano também aderiu à Frente Parlamentar em Defesa da Cadeia Produtiva de Reciclagem

A partir desta quinta-feira (22/10), o deputado federal Marcos Abrão (PPS-GO) tornou-se membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara dos Deputados. A primeira atividade do parlamentar na Comissão foi participar de audiência pública proposta Frente Parlamentar em Defesa da Cadeia Produtiva de Reciclagem, presidida pelo deputado Carlos Gomes (PRB-RS). Na ocasião, foi debatida a atual situação do setor industrial de reciclagem.

A decisão de solicitar ao Partido Popular Socialista a participação na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável partiu do próprio deputado. “Se quisermos que as próximas gerações tenham um futuro, precisamos mudar as atitudes que prejudicam o meio ambiente. Essa mudança começa aqui na Câmara Federal, com as leis que vão orientar a sociedade. Me interessa muito participar desse grupo que propõe, altera e vota a legislação ambiental em nosso país”, diz ele.

Marcos Abrão agora é membro da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável

 

Marcos Abrão também aderiu à Frente da Cadeia Produtiva. Ele entende que ela pode permitir uma melhor relação entre catadores de lixo, cooperativas e indústria. “O mercado de reciclagem tem a possibilidade de ficar mais competitivo. É por isto que quero participar da Frente Parlamentar em Defesa da Cadeia Produtiva de Reciclagem: para dar minha contribuição no debate e, principalmente, lutar para que o setor tenha conquistas”, declara. O deputado lembra que convive com empresários do ramo de reciclagem há mais de 20 anos e, por isso, conhece bem a realidade vivida por eles. “É muito triste ver que, nas cidades brasileiras, se observa, por um lado, o enorme acúmulo de resíduos sólidos e, por outro lado, empresários quase implorando para trabalhar. Esse é um desafio que temos e estou disposto a colaborar para que encontremos as soluções.

“A partir da desoneração da cadeia, os projetos sociais e as iniciativas serão viabilizados, porque nós vivemos em uma sociedade de mercado. Se não tiver viabilidade econômica na atividade, não haverá interessados, mesmo que existam projetos bonitos no papel”, ponderou Marcos Abrão, que finalizou: “A solução para o problema dos resíduos sólidos está dentro do nosso próprio Brasil!”.